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Consultas de rotina do bebê: quantas são no primeiro ano

São sete no primeiro ano, e nenhuma delas existe porque a criança está doente. Elas existem para descobrir cedo o que ainda não deu sinal.

Recepção da Viva Pediatria, no Setor Marista, em Goiânia

O Ministério da Saúde recomenda sete consultas de rotina no primeiro ano de vida: na primeira semana e nos meses 1, 2, 4, 6, 9 e 12. Depois vêm as dos 18 e 24 meses, e mais uma aos 36. A partir dos 2 anos, o acompanhamento passa a ser, no mínimo, anual, perto do mês do aniversário.

Essas datas não são aleatórias. Elas foram escolhidas por coincidirem com os momentos de vacinação e com as orientações de promoção de saúde e prevenção de doenças de cada fase. E a Caderneta da Criança vai em todas: é nela que crescimento, desenvolvimento e vacinas ficam registrados na mesma linha do tempo — a única forma de enxergar tendência em vez de foto isolada.

O calendário completo

  1. 1ª semana de vida — a mais próxima do parto, e a que costuma resolver as dúvidas mais urgentes: pega, sono, cordão, icterícia, xixi e cocô.
  2. 1º mês
  3. 2º mês
  4. 4º mês
  5. 6º mês — perto do início da alimentação complementar.
  6. 9º mês
  7. 12º mês
  8. 18º mês
  9. 24º mês
  10. 36º mês — e, daí em diante, pelo menos uma vez por ano.

Somando: são sete no primeiro ano e dez até os 3 anos de idade.

Por que essas idades, e não outras

Cada marcação cai em cima de uma virada. É quando novas vacinas entram no calendário, quando novos marcos de desenvolvimento deveriam aparecer, quando a alimentação muda de estágio. Perder uma consulta raramente causa um problema imediato — o custo é outro: perde-se o ponto na curva. E é a curva, não o ponto, que mostra se alguma coisa está saindo do trilho.

“Uma consulta é uma foto. A sequência delas é o filme — e é no filme que dá para ver o que está mudando.”

O que acontece em uma consulta de rotina

É onde se acompanha, ao longo do tempo, o crescimento (peso, comprimento ou altura e perímetro cefálico lançados nas curvas), o desenvolvimento (os marcos esperados para a idade) e a situação vacinal — tudo registrado na Caderneta da Criança, que o Ministério da Saúde orienta levar a todas as consultas.

É também onde a família coloca as perguntas que não cabem numa mensagem: sono, birra, alimentação, tela, escola, medo, o irmão que chegou. Boa parte do valor de uma consulta de rotina está exatamente nessa conversa — que não acontece quando a agenda está apertada.

“Mas meu filho não está doente”

É a objeção mais comum, e ela tem uma resposta simples: a consulta de rotina não existe para tratar o que está aparecendo. Existe para encontrar o que ainda não deu sinal, e para ajustar o que dá para ajustar antes de virar problema — do ganho de peso ao atraso de um marco, da dúvida sobre alimentação ao esquema de vacina que ficou incompleto.

Quando a criança adoece, você quer que o pediatra já conheça o histórico dela. Isso não se constrói na urgência. Constrói-se nessas dez consultas.

Consulta sem pressa: o que isso quer dizer aqui

A Viva nasceu em torno de uma frase — aqui, infância tem tempo. Na prática, isso quer dizer uma consulta em que dá para contar a história inteira, mostrar a caderneta, tirar a dúvida que parecia boba e sair com um plano, e não com uma lista de exames.

As consultas da Viva, tanto na pediatria geral quanto nas especialidades, são particulares. Quem tem dúvida sobre convênio para o exame de ecocardiograma encontra as condições na página do Viva Eco.

O que muda quando 26 especialistas atendem no mesmo lugar

A Viva Pediatria fica no Setor Marista, em Goiânia, e reúne 26 especialistas da infância em mais de 15 especialidades — pediatria geral, neonatologia, cardiopediatria, cirurgia, ortopedia, oftalmologia, neurologia, gastropediatria e outras — no mesmo endereço.

A diferença aparece no dia em que a rotina encontra alguma coisa. O encaminhamento acontece dentro da mesma clínica, com a mesma história já contada, sem a família recomeçar do zero em outro lugar — que é o momento em que muito acompanhamento se perde no meio do caminho.

Como agendar

É por WhatsApp, e a recepção direciona para o especialista certo conforme a idade e a necessidade da criança. Se a sua dúvida é qual profissional procurar, manda mensagem e a gente resolve isso antes de marcar.

Perguntas frequentes

Quantas consultas de rotina o bebê precisa no primeiro ano?

Sete. O Ministério da Saúde recomenda consultas na primeira semana de vida e nos meses 1, 2, 4, 6, 9 e 12. Depois vêm as dos 18 e 24 meses, e o acompanhamento segue anualmente.

Quando é a primeira consulta do bebê depois do parto?

Na primeira semana de vida. É a primeira marcação do calendário do Ministério da Saúde — e a que costuma resolver as dúvidas mais urgentes de quem acabou de chegar em casa com o bebê.

Com que frequência depois dos 2 anos?

Pelo Ministério da Saúde, a partir dos 2 anos as consultas de rotina devem ser, no mínimo, anuais, próximas ao mês de aniversário.

Precisa levar a criança ao pediatra mesmo sem ela estar doente?

Sim. Elas existem para acompanhar crescimento, desenvolvimento e vacinação ao longo do tempo. As faixas etárias do calendário foram escolhidas por coincidirem com momentos de vacinação e de orientação de promoção de saúde e prevenção de doenças.

O que levar na consulta de rotina?

A Caderneta da Criança. O Ministério da Saúde orienta levá-la a todas as consultas: é nela que ficam registrados crescimento, desenvolvimento e vacinação, na mesma linha do tempo.

As consultas na Viva Pediatria são por convênio?

Não. Todas as consultas da Viva são particulares, na pediatria geral e nas especialidades. O convênio se aplica apenas aos exames de ecocardiograma — as condições estão na página do Viva Eco.

Fontes

  1. Ministério da Saúde. Acompanhamento da Saúde — Primeira Infância. Acessar página
  2. Biblioteca Virtual em Saúde — Atenção Primária em Saúde. Como uma equipe de Estratégia de Saúde da Família pode organizar um fluxo para puericultura na UBS? Acessar página
Sobre este conteúdo

Conteúdo produzido pela equipe da Viva Pediatria, com base nas fontes listadas acima. Nada aqui substitui a consulta: cada criança é diferente, e o diagnóstico depende da avaliação individual feita por um pediatra.

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Pediatria e 15+ especialidades da infância no mesmo endereço, no Setor Marista, em Goiânia. Aqui, infância tem tempo.